Túmulos de cemitério histórico são violados em Porto Velho

Túmulos são violados no cemitério da Candelária O histórico Cemitério da Candelária, um dos patrimônios culturais de Porto Velho, foi alvo de atos de va...

Túmulos de cemitério histórico são violados em Porto Velho
Túmulos de cemitério histórico são violados em Porto Velho (Foto: Reprodução)

Túmulos são violados no cemitério da Candelária O histórico Cemitério da Candelária, um dos patrimônios culturais de Porto Velho, foi alvo de atos de vandalismo e violação de túmulos. O crime foi descoberto na segunda (2), durante os preparativos para a organização da tradicional missa do Dia de Finados. ➡️Construído por volta de 1908, o Cemitério da Candelária foi criado originalmente para sepultar trabalhadores e pessoas que atuaram nas obras da lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM). O espaço guarda registros fundamentais da formação e do nascimento da capital de Rondônia. A Prefeitura de Porto Velho registrou um boletim de ocorrência e acionou órgãos federais e estaduais de fiscalização e investigação, incluindo o Ministério Público de Rondônia (MPRO), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Polícia Federal. Leia também: Homem escapa por pouco de ser atingido por tijolos durante vendaval em Porto Velho Concursos e processos seletivos oferecem mais de 3 mil vagas e salários de até R$ 9 mil O prefeito Léo Moraes repudiou a ação e defendeu a punição dos envolvidos ele destacou que o respeito ao patrimônio histórico representa a preservação da própria história da cidade. Para tentar conter o vandalismo, a prefeitura aguarda o aval do Iphan para licitar e executar um projeto de revitalização enviado ao órgão no ano passado. A proposta prevê cercamento completo da área, instalação de iluminação pública, vigilância permanente e a construção de uma guarita. O crime de violação de sepultura segue sob investigação policial. Túmulos violados no cemitério da candelária em Porto Velho Rede Amazônica Túmulo vandalizado no Cemitério da Candelária em Porto Velho Rede Amazônica